quarta-feira, 15 de maio de 2019

Botando a cabeça pra funcionar n.14

Mona , esticou as pernas e os braços . cerrou os olhos e rapidamente abriu  . Na sua frente um pendão de flores olhava para ela.  Ereta , não dava um suspiro ! Mona perguntou a ela : e agora ? qual será o cardápio de amanhã.
Era assim todos os dias . A mente ocupada já fabricava as delícias do Café Kiwi para amanhã.
Se não era Mona, seria outra pessoa . Mas as delícias teriam que ser degustadas pelos clientes e o menu escrito para os ávidos olhos de quem queria comer .

Tanta coisa gostosa  !
Tantas sobremesas futuras !
A torta Olga por exemplo.
Que delícia é aquela ?

As flores continuavam ali como fonte de inspiração.
O conforto da cadeira vermelha incitava uma soneca .
Não ,  soneca não. Mona Continue a admirar as flores juntas uma a uma como um buquê na vertical.
Seu cardápio já está montado . Relaxa . Sossega .
 O momento é agora . De contemplação e puro descanso .


A brincadeira com a Chica acontece nos dias 5, 15 e 25 de cada mês
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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Monstrinhos II

De vez em quando eu sinto a necessidade de falar dos monstrinhos . Aqui por exemplo falei deles.
Mudam de comportamento, mudam de atitude, mas sempre estão como fantasminhas que nem sempre são camaradas !
Eu tento clicar muito rápido. Para quê , não sei . Só sei que rapidamente vejo as figuras e deles extraio os pensamentos.
Ainda  não visitei ainda as amigas que falam do dias das mães . Quero ser autentica aqui nos monstrinhos que me acompanham.
Se são fantasmas, não fujo , enfrento . Tento afugentar. Mas eles insistem em aparecer. 
Um monstrinho camarada. Que solta sorrisos, que esbanja felicidade.
Desse eu me aproximo, faço até amizade. Mas com um pé atrás, Vai que dentro do sorriso venha a abocanhar meus pensamentos !

Ele abre a boca tenta gaguejar algo que não entendo.
Monstrinho, fique quieto, pois já me aquietei.

O dia de ontem foi só de homenagens externas.
Meio que solitárias. Nada dos demônios aparecerem, pois o divino é quem permeia o meu ser. 

Brinco com as situações. Tento alegrar o ambiente, tento amenizar alguma dor se ainda existir.
Só não deixo que fantasmas apareçam. Esses são mais poderosos que monstrinhos.
Os monstrinhos são passíveis de transformações .
Não soltam fumaça, não soltam alaridos. Só ficam ali estáticos em forma de árvores para os cliques de
uma  lunática.


Amigos, talvez não entendam nada. Nem precisam entender.
Só vejam que através de troncos retorcidos, existem figuras bonitas que podem ser admiradas.
A imaginação fica por conta de cada um e entender as metáforas cabe a quem escreve, tentando entender o passado.
Somente isso .

VIVA BEM !


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