quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Botando a cabeça pra funcionar n.16

5, 10, 15 e 25
encontro marcado pra agitar os neurônios
criando uma frase através de uma imagem.
É o botando a cabeça pra funcionar - clique
A amiga Chica vos espera 


Perdido ? ou veio passear nessa praia maravilhosa?
Se eu pudesse te levaria comigo!
Ou você prefere ficar aqui onde recebe variados afagos?
Carinho é tão bom, né ?
Mas vamos combinar o seguinte: eu volto quando puder !
Pra continuar nossa conversa e te fazer cafuné, ok?

( pensamentos de um menino bacana com um cãozinho beira mar )

9 comentários:

✿ chica disse...

Que amor ficou,Zizi! Andamos pela mesma "praia",rs...Adorei! Obrigadão e levei teu link! bjs, chica

Roselia Bezerra disse...

Boa noite, querida Zizi!
Que lindo! Quanta ternura em sua postagem!
Bjm muito fraterno

Toninho disse...

Boa noite Zizi, um belo dialogo entre eles na sua leitura da imagem, que tem da minha inspiração e por sinal dei o titulo de Encontro marcado.Muito boa sua inspiração.
Meu terno abraço amiga.
Bom fim de semana com paz e alegria.

Filipe Oliveira disse...

Acho que esse garoto da praia poderia ser eu, que tenho baita vontade de levar todos os cachorros que encontro por aí para casa.

Muito bacana a imagem e a legenda!

Bom fim de semana, abraço!

Lucinalva disse...

Olá Zizi
Ótima postagem, gostei de ler. Bjs querida.

Gracita disse...

Infinita ternura neste belo diálogo.
E quanto amor neste encontro.
Belíssima leitura da imagem querida Zizi
Beijos

Simone Felic disse...

Olá Zizi
Muito linda esta imagem, não há o que falar
quanto a este sentimento.
Bjs e bom domingo.

http://eueminhasplantinhas.blogspot.com.br/

Maria Teresa Valente disse...

Linda inspiração, Zizi, amei o carinho do menino e
a ternura da sua visão!
Parabéns, felizes dias, abraços carinhosos
Maria Teresa

Maria Gloria D'Amico disse...

Carinho gostoso, gosto daqueles que dão uma arrepiadinha.
Linda imagem e palavras, querida Zizi.
Lembro de quando eu deitava a cabeça nas pernas da minha mãe, a tarde, a gente ligava a TV e depois desligava, porque a conversa seguia em frente. Tínhamos tanto assunto. Mas falávamos devagar, sem pressa. A minha mãe enrolava uma mecha do meu cabelo, nos dedos, acariciava os meus cabelos e eu ficava com aquela arrepiadinha na nuca. Ai que delícia cafuné de mãe. É só eu vir aqui, Zizi, para ir longe... bom né!?

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