segunda-feira, 13 de maio de 2019

Monstrinhos II

De vez em quando eu sinto a necessidade de falar dos monstrinhos . Aqui por exemplo falei deles.
Mudam de comportamento, mudam de atitude, mas sempre estão como fantasminhas que nem sempre são camaradas !
Eu tento clicar muito rápido. Para quê , não sei . Só sei que rapidamente vejo as figuras e deles extraio os pensamentos.
Ainda  não visitei ainda as amigas que falam do dias das mães . Quero ser autentica aqui nos monstrinhos que me acompanham.
Se são fantasmas, não fujo , enfrento . Tento afugentar. Mas eles insistem em aparecer. 
Um monstrinho camarada. Que solta sorrisos, que esbanja felicidade.
Desse eu me aproximo, faço até amizade. Mas com um pé atrás, Vai que dentro do sorriso venha a abocanhar meus pensamentos !

Ele abre a boca tenta gaguejar algo que não entendo.
Monstrinho, fique quieto, pois já me aquietei.

O dia de ontem foi só de homenagens externas.
Meio que solitárias. Nada dos demônios aparecerem, pois o divino é quem permeia o meu ser. 

Brinco com as situações. Tento alegrar o ambiente, tento amenizar alguma dor se ainda existir.
Só não deixo que fantasmas apareçam. Esses são mais poderosos que monstrinhos.
Os monstrinhos são passíveis de transformações .
Não soltam fumaça, não soltam alaridos. Só ficam ali estáticos em forma de árvores para os cliques de
uma  lunática.


Amigos, talvez não entendam nada. Nem precisam entender.
Só vejam que através de troncos retorcidos, existem figuras bonitas que podem ser admiradas.
A imaginação fica por conta de cada um e entender as metáforas cabe a quem escreve, tentando entender o passado.
Somente isso .

VIVA BEM !


quarta-feira, 8 de maio de 2019

Uma exposição

Preciso voltar as minhas caminhadas e contar sobre elas, mesmo que pareça ser um diário.
Choveu pela manhã e ao meio dia decidimos sair e caminhar. 
Vamos pelo Aterro do Flamengo, depois passamos pelos jardins do Palácio do Catete. Sempre tudo igual , mas diferente. Sempre tem coisas interessantes pelo caminho. No Aterro vimos uma casa de João de Barro que  prenunciava o que veríamos pelo caminho .
Dessa vez passamos em frente ao Museu Edison Carneiro. Sempre tem exposições de artistas e a Exposição Permanente . É rápido de ver . Sem muitas anotações eu trouxe algumas imagens  . A exposição era : Água e Fogo .

São vários artistas do Brasil e as peças são lindíssimas .
Um vídeo explicava como retiravam o barro até a sua fase final que é a arte.
Nesse processo o fogo e a água são os aliados para tal confecção .
Deixo aqui um link do museu 
E o outro que fala da exposição 






As noivas abriam a exposição .
Perfiladas . Cada uma ostentando o seu rico vestido e seus perdidos olhares.
Nas mãos , as flores de sempre. Prontas para ser arremessadas mediante a gritaria das solteiras sedentas pelo casório.
Guerreiras armadas pelo amor e abnegação . Algumas jovens , outras nem tanto .
Partem rumo a uma vida tão sonhada que nem percebem que as vezes o sonho não se torna realidade .
Para algumas o sonho se torna  um pesadelo .
Vão moldando a vida como o barro do oleiro. Vão retirando das entranhas da terra , o seu sustento e a admiração de muitos .
Prazeroso para algumas, tedioso para outros.
É necessário amar o que se faz, independente da profissão .
As ágeis mãos vão moldando e produzindo o que a mente e a tradição abrigam .
E dali as noivas recebem os convidados que aproveitam a festa e deixam seus  presentes.
Mal sabem eles, que são as  noivas as carregadoras  dos presentes .
Os presentes da vida , que é oferecer a beleza dos seus trabalhos.




Poderá também gostar de:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...